Post | O observador na comunicação

A atividade de planejamento de comunicação tem se destacado  de forma muito crescente. Basta comparar a platéia da conferência do GP dos últimos anos,  em SP. Observam-se muitos jovens formandos ou recém, com interesse profissional por algo que até então era vaga cativa para criação, mídia e atendimento, em sua maioria.

O ambiente digital e a era da comunicação compartilhada tem oferecido uma carga gigantesca de artifícios para atuar. Mas não apenas como ferramenta, o que seria muito fácil.  Vejo alguns motivos muito claros. A própria demanda tem evoluindo continuamente pelos novos usuários, consumidores de novos canais e meios. Geradores de conteúdo próprio, que conduzem uma virada de valorização da mensagem, da forma pelo conteúdo, em ambiente social para o comercial.

Vide Twitter, que mudou sua forma de questionar a timeline do usuário e estourou como estourou. Leia-se a relevância do consumidor brasileiro em seu comportamento social digital, como exemplo recente, ao ocupar dos TTs mundias com 2 nomes brazucas como os mais influentes desta rede social. Outro, como a própria rede de canais que converge, como um sistema que se nutre periodicamente na tentativa de catalizar a informação, transformando a mensagem, simples, mas repleta de sentidos, em PERTINENTE ao consumidor. E indo além, ao shopper.

Esse recorte para o planejamento não está apenas no segmento digital, como potencial, mas na natural expansão da tecnologia e dos canais múltiplos de atuação, tendo como base a pesquisa. Considerando que a tradução dos dados e informações destas pesquisas são explorados para direcionamentos estratégicos pelo planejamento. Contraditório, mas o desafio em identificar novas fórmulas e formatos surge quando esbarra em mudanças de lei ou códigos de posturas da atividade.

Uma atuação deste profissional não esbarra em qual canal atuar ou em sub-divisões de cargos, mas fundamentalmente em habilidades, como capacidade de observação e sua leitura do ambiente. Além do talento, conhecimento e experiência, para se tornar o que identifico como Gestor da Comunicação (do cliente) dentro da agência (fisicamente). Deixo a “experiência” como um dos fatores, e não “o” fator, pois essa mudança de paradigma é o que propicia a admiração e interesse do jovem pela disciplina do planejamento.

 

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Por Cristiano Morley, publicitário, fundador do blog OplanoDeVoo

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