Post | Do efeito Conexões ao Social Commerce (Série Blogs :: 5/5)

O conceito de conexões quando atrelado à internet se encontra em seu perfeito estado de pureza. A capilaridade da rede digital proporciona caminhos infinitos em informações que atraem como mel o leitor em busca de conteúdo. A energia latente promovida nesta carga de clicks viabiliza um canal web como formador de conexões, enquanto seu carácter social. A natureza do blog como social, já trazida aqui nos posts anteriores, se constrói a cada lastro de acesso oficializado pelo leitor. Quando sai da zona de conforto e também emite mensagem e interage, desde a forma mais simples até a mais completa, está ali formada uma conexão.

O poder atribuído ao blog, em toda sua identidade de unicidade, pode conduzi-lo para um dia justamente perder essa criatividade simplista e tornar-se um site tradicional. Do próprio veneno é bom evitar, muitas vezes a disciplina do distanciamento curto, quase ao pé do ouvido, ou por dizer, olhos, o consagra como conteúdo original e assim legitimado por suas conexões. Conexões que podem ser reconhecidas como seguidores, terceirizadas por redes sociais oficiais, ou mesmo Conexões por comentaristas. O ambiente como todo respira o mesmo, a necessidade de estreitar laços por afinidade ou mesmo contrariedades.

O fato é que o efeito de conectividade perpassa 360 graus em um blog, mantendo-o muito mais exteriorizado do que realmente pode parecer. Neste último post sobre a Série Blogs destaco o lado da capacidade de transcender os leitores para além do conteúdo proposto para o universo de rede, como social que é. O lado relacional do blog nos propõe oportunidades criativas, como o social-commerce.

Usando de todos os recursos que em primeiro nível seriam negativos, como críticas abertas, surgiu essa categoria de comércio eletrônico social como oportunidade para expansão da usabilidade do blog. Somando a isso, aplicativos atuam como pontes para espelhar comentários sobre determinados produtos e serviços em redes sociais, principal influenciador de vendas.  Neste formato o lado vendedor tem a exigência de se apresentar mais, se fazer presente, quebrando a barreira de uma posição mais presente somente do leitor.

Através do blog um pequeno empreendedor abre sua porta para o primeiro estágio de e-commerce, assim como a apropriação da linguagem atrai grandes marcas para vendas através do Facebook, o F-Commerce, como promete o site Like Store, através do Gabriel Borges, com sua palestra sobre o tema no link no slide share.

Ações especiais de grandes marcas podem envolver o potencial cliente ou prospect em um universo rico em dados, no qual é conduzido a estreitar relacionamento e efetivar uma compra com mais certeza de opiniões do que sozinho com o vendedor em uma loja de shopping.

Vimos nestes 05 posts especiais sobre “Blogs” o lado do leitor, a versão do blogueiro em conduzir o projeto, o nascimento do blog com John Barger e a relação das marcas com a linguagem blog para construção de entrega de valor.

E você, já criou o seu? Agora é sua vez!

Comente!

Por Cristiano Morley, publicitário, fundador do blog OplanoDeVoo

 

Nota:

post originalmente publicado no Grupo “Comunicação Geral” na rede Facebook.com, como último de cinco posts da série para Novembro, pelo projeto Comunicação em 5 Sentidos, organizado pela publicitária Aline Cadilhe.

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