Post | Planejamento: encontro de problemas

O planejamento eficiente de comunicação deve trazer uma gama de ferramentas a serviço da criação, que é o produto final de uma agência de propaganda. Seja BTL ou ATL, ou o que muito se falou no Proxxima 2010, o oneline.

Não há uma versão própria para planos, mas muitos ocorrem pelo retro-planejamento, aquele em que uma boa ideia tida depois promove a formatação de um plano. O planejamento criativo colabora em seus estudos para solução e construção de ações para um objetivo claramente escrito. O Insight traz direcionando uma criação. Ainda pelo critério de amarrar as possibilidades e segmentar o propósito da solução criativa. Um dos desafios da criação da mensagem final conferimos no real encontro dos problemas a serem resolvidos. Os grandes esforços de pesquisa e grupos focais justificam esse entrave. O planejador está a frente como profissional de comunicação a serviço de compreender inúmeras ferramentas e disciplinas do marketing para dissecar as etapas que antecedem um plano,  fundamentalmente.

Um direcionamento conquistado pela correta identificação dos problemas, escondidos entre tantos dados e pesquisas. Mesmo que se mereça um desk-reserch a busca pelo insight desamarra a criação para traduzir no melhor estilo inovador a que é disposta. Fundamental, muito além de identificar o problema, certamente vemos compreender com quem estamos falando. Apenas 2 etapas primordiais que se destacam antes de se traçar as ações adequadas.

No blog do grupo de planejamento pode se conferir ótimas traduções de insights pelos young planners de 2009, como o de Caio del Manto, da JWT-SP, com o case NJornadas.  Em sua apresentação, conferida no auditório da ESPM, expôs seus desafios e o trabalho em equipe (leia-se Planejamento não é um trabalho individual) para inserir o novo celular N95 no mercado, frente ao player concorrente iPhone, recém lançado na época. Fazendo uso de Grupos Focais, com encontros de amantes dos dois aparelhos, surgiram os direcionamentos para onde caminhar na comunicação. Considerando apenas os atributos dos produtos não seria o bastante. A conclusão encontrada, segundo Caio, foi que o da Apple trazia uma experiência Individual para o usuário, contrário do da Nokia, uma experiência social.

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Por Cristiano Morley, publicitário, fundador do blog OplanoDeVoo

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